sábado, 26 de junho de 2010

Como anal é bom!

Já a algum tempo nós dois não fodiamos, e finalmente tivemos essa oportunidade. E como foi intenso!
O desejo era tanto que nem te dei tempo para pensar, comecei-te automaticamente a masturbar-te, com um dedo, dois, três, quatro, e sem que desses por isso já era toda a mão, e como tu gemias, gemias e pedias-me para te foder. E eu fiz-te a vontade.
Sem esperar por mais tirei-te o fio dental, deitei-te na cama e penetrei-te. Como eu gosto de abrir caminho para o interior da tua coninha, sentir ela a abraçar-me com o seu calor e o seu mel.

Durante algum tempo comi-te a coninha, mas depois perguntei-te se querias que eu te comesse o teu cuzinho, e tu sem pensar duas vezes dizeste que sim. Coloquei algum lubrificante e avancei. Tão bem que ele entrou, e de um momento para outro, o que parecia uma penetração lenta, passou a uma penetração vigorosa, e como tu gemias! Sabia que estavas a saborear o momento, e a tua coninha era prova disso mesmo de tão molhada que ela estava. Sabendo isso forcei-te para baixo, ficaste praticamente deitada enquanto te comia o rabinho, passei a minha mão por baixo do teu corpo e comecei-te a masturbar, o prazer era tanto que mordias o braço para abafar os gemidos e eu continuei, queria-te deixar doida, e doida te deixei. Durante uma hora comi-te o rabinho sem parar, eu não me conseguia fartar e tu também não, até ao momento em que expludo em prazer e venho-me para cima de ti, vejo o meu leite escorrer e tu respiras fundo depois daquele momento de prazer.

Como é bom comer o teu rabinho!

domingo, 11 de abril de 2010

Carinho no anal

Eu estava deitada de barriga para cima à beira da cama, com as pernas abertas e a minha coninha à vista só para ti. Tu, sem demoras, penetraste-me afincadamente, como só tu o sabes fazer. Num movimento de vaivém íamos entrando e saindo do calor que eu emanava dentro de mim. Bem apertadinha, como tu gostas, ia agarrando-te mais em mim. Os centímetros do teu maravilhoso pénis entravam em mim, como quem já conhece bem o caminho, e todos eles eu queria. De repente agarro-te com força nas costas, e arranho-te ao teu pedido, deixo-te a minha marca no corpo, ao que de seguida exijo que tu me fodas com força. Sem responderes nada, e no silêncio das nossas palavras, e na música da minha respiração ofegante, estremeço quando tu com uma força penetras-me por completo.

- Que bem que tu me fodes, amor.
Adoro ser assim penetrada, faz-me atingir níveis de prazer sensacionais.
- Vira-te, quero comer-te por trás. – Ordena-me agora o Gustavo.
Acedo ao seu pedido, e coloco-me de joelhos em cima da cama, de quatro. Novamente entras em mim com uma força que eu adoro. Agarras nos meus cabelos e puxas a minha cabeça um pouco para trás, puxas-me para ti, enquanto me dá uma valente foda, à bruta. Apalpas-me bem o rabo, e dás-me uma palmada.

- Gostas? – Pergunta ele excitado.
- Gosto.
- Queres mais, queres? – ao que respondo afirmamente.

Enquanto me penetra, vai introduzindo alguns dedos no meu rabinho, até que me lubrifica com um óleo, e impõe o seu pénis dentro do meu rabinho. Aos poucos vai forçando, até que entra todo. Eu empino-me ainda mais, de forma a poder estar bem aberta para ele. Sem planos, sem receios e com surpresa. Como se não fosse a primeira vez, tomas conta de mim, e entras de forma fácil. Hmm… que bom que é ser comida assim por ti.

- Gostas que te coma o rabinho, gostas? Queres mais?

Nem preciso dizer o que respondi ;)
Não tardou, numa excitação total, ele vir-se nas minhas mamas, antes chupadas e saboreadas.

sábado, 2 de janeiro de 2010

Por detrás das Histórias


Poucos sabem o que se passa realmente por detrás destes posts, o desejo carnal é sempre enorme, é raro o dia que passa onde não exista uma brincadeira que seja, um deslize de mãos, uma boca marota, ou mesmo uma penetração selvagem.
Quando passa muito tempo sem que haja algum tipo deste contacto sentimos imediatamente a falta de sentir o corpo um do outro, e de unir os nossos corpos num só, só nos sentimos completos quando somos um.
E agora é um desses momentos, à muito que não nos unimos, os nossos corpos chamam um pelo outro, sedentos, famintos.
A carne com carne, fluidos com fluidos, calor com calor, como podem eles ficar sem estes elementos simples e no entanto tão necessários?
Vamos unir novamente os nossos corpos num só, vamos amor? :)

 
Dear Diary Blogger Template