quarta-feira, 29 de julho de 2009

Que bom que foi!



Já antes de estar contigo, ja desejava que me desses um pedaço de prazer, mas não fazia ideia que fosse assim tão bom.


Assim que tivemos um momento só para nós dois, não perdeste tempo, as tuas mãos voaram para o botão das minhas calças e quase como por magia estas já estavam abertas, e quase no instante seguinte puxas elas para baixo juntamente com as minhas boxers. Já está, deixaste-me a arder de desejo!


Começaste a fazer um sexo oral divinal como so tu sabes fazer, começavas por me deixar bem molhadinho com a tua lingua, para depois o engolires por completo, e como o engolias. Mesmo com ele dentro da tua boca não podias deixar de brincar com a tua lingua, e como eu gosto disso. Quando menos espero começas a movimentar o mais rapido que consegues, deixas-me à beira de loucura de tanto prazer que me dá. E só para me excitares ainda mais paras, começas a masturbar-me e perguntas se gosto... Se gosto!


Continuas a dar-me prazer, é certo que não vou aguentar muito tempo com todo o prazer que me estás a oferecer, e tinha razão, quando me preparo para me vir, tu deixas a tua boca no meu pénis, queres receber todo o meu leite, e eu dou-te. Estou-me a vir, e tu recebes todo o meu leite, engoles parte, e outra parte levas para mim.


Mas não ficaste por aí, continuaste o oral, e que prazer me estava a dar, era como se tivesse a ter um orgasmo longo, um orgasmo de quase um minuto, todo eu contorcia-me no sofá de prazer, e tu continuavas. Que bom que foi!


Que oral divinal meu amor!

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Oralidade vaginal


Estava vestida de uma forma muito sensual. Tinha um vestido preto, um pouco curto, não justo o suficiente para te mostrar as minhas formas, mas dava bem para mostrar o que escondia por baixo. Provoquei-te até te levar ao limite. Ia levantando o vestido o suficiente para mostrar um pouco do meu rabinho e da minha vagina, e depois, prontamente o baixava. Dançava ao som de uma música que não ouvíamos, mas estava na minha cabeça, e para ti bastava veres como me balançava.

Deitei-me ao teu lado e tu, sem perderes mais tempo, levantaste-me ligeiramente o vestido, e por cima do meu fio dental, ias acariciando o meu clítoris, ao mesmo tempo que me beijavas apaixonadamente. Sabes bem, que quando acaricias a minha vagina, por cima das cuecas, só quero que as tires. Não mas tiraste, mas desviaste o fio dental para o lado, e começaste a tua magnífica obra. Acariciaste o meu clítoris, fazendo movimentos circulares, e depois penetraste com os teus dedos, a minha vagina. Ias colocando os teus dedos, um por um, até conseguires colocar todos. A minha vagina queria absorvê-los todos, e ela ia apertando os teus dedos, em leves contracções. Movimentavas os dedos, enquanto ele estavam lá dentro. Tiraste toda a tua mão de repente, e deixaste-me com um gemido louco. Depois voltaste a pôr os teus dedos, mas rapidamente os tiravas. Era uma sensação agradável para mim.

A tua língua lambeu num gesto rápido e eficaz a minha vagina. Senti um arrepio de excitação a percorrer todo o meu corpo. Mergulhaste a tua língua na vagina, e fizeste-me o melhor sexo oral de sempre! Ias lambendo e alternavas ao chupares-me, chupavas tudo! Eu estava tão molhadinha, molhada de tanto prazer... Adoras ver-me assim, sentir-me assim, bem sei... Lambias em movimentos circulares, e depois de cima para baixo e vice-versa, mas deixaste-me louca quando penetraste-me com a tua língua, e enfiaste-a toda lá dentro, movimentando-te. Num gesto horizontal, movimentaste a tua língua muito depressa. Tão depressa que fiquei tão excitada, que tive que puxar a tua cabeça contra a minha vagina, fazendo pressão, para te sentir ainda mais fundo, ainda mais perto. E assim, agarrei os teus cabelos, e passeei os meus dedos, pressionei-te ainda mais. Ia gemendo enquanto ias olhando para mim, quase a perguntares se eu queria mais. E eu queria.

Beijaste-me nos lábios, a tua língua envolveu-se com a minha. Enfiaste os teus dedos na minha vagina e deste-me a provar do meu sabor, e depois beijaste-me para provares tu também. Perguntaste se eu tinha gostado, se eu queria mais.

- Sim! Quero mais! Come-me toda!

E eu empurrei-te para a minha vagina, abri bem as minha pernas e
confrontei-te comigo toda aberta. Voltaste a deliciar-me com um espectáculo fenomenal. Puxei-te para gemer ao teu ouvido, e assim deixar-te ainda mais louco.

Sem pressas, foste masturbando-me e fizeste-me oral. Foram uns longos minutos cheios de prazer e tesão. Vi-me na tua boca.
No fim quis presentear-te e também quis devorar todo o teu pénis. Comi-te todo! Chupei-te ainda melhor, agora.

domingo, 12 de julho de 2009

Como eu te comi!

Cheguei a tua casa, e lá estavas tu, nua só com uma toalha à tua volta. Por mim tinha-te comido logo ali no momento, mas tu conseguiste dar-me a volta e esperei que terminasses o banho, só eu sei como estava a ferver por dentro, ferver de desejos!
Quando terminaste o dito banho, não te dei tempo para mais nada, agarrei em ti, levei-te à tua cama, arranquei-te a toalha que tapava o teu corpo, e não perdi tempo para te possuir!
E só para me incentivar mais fizeste um sexo oral magnifico, agarrei-te as mão e controlei eu os movimentos, que bom que foi.
Deitei-te na cama, e penetrei-te. A tua vagina não ofereceu nenhuma resistência ao meu pénis, de tão molhada que ela estava, e assim começou a nossa sessão louca de sexo.

Penetrava-te com vigor, da melhor maneira que podia, e tu pedias por mais, e era isso que fazia, tu pedias e eu dava-te. A nossa respiração estava ofegante, gemíamos descontroladamente, que prazer que estávamos a ter!
Sem esperares peço-te que fiques de 4, e tu sem demoras assim o fazes, penetro-te. Gemes de prazer! Os meus movimentos juntam-se com os teus.
Nesta posição tinha uma vista privilegiada do teu rabinho, sem pensar duas vezes penetro-te com um dedo, que fácil que ele entrou, era como se já estivesse à minha espera, por isso junto outro dedo. Como tu gostaste! Por isso dou-te mais um. Simplesmente deliraste!
Mudamos de posição varias vezes a teu pedido. Sentia que estavas a adorar, por vezes agarravas-me com todas as tuas forças, como se quisesses que o meu corpo se unisse ao teu!
No fim pediste que eu me viesse nos teus seios, e assim eu fiz, puxei-te a mim e derramei o meu leite sobre os teus seios, e como tu gostas do meu leite!

Da próxima meu amor, vou comer o teu rabinho!
 
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