segunda-feira, 13 de julho de 2009

Oralidade vaginal


Estava vestida de uma forma muito sensual. Tinha um vestido preto, um pouco curto, não justo o suficiente para te mostrar as minhas formas, mas dava bem para mostrar o que escondia por baixo. Provoquei-te até te levar ao limite. Ia levantando o vestido o suficiente para mostrar um pouco do meu rabinho e da minha vagina, e depois, prontamente o baixava. Dançava ao som de uma música que não ouvíamos, mas estava na minha cabeça, e para ti bastava veres como me balançava.

Deitei-me ao teu lado e tu, sem perderes mais tempo, levantaste-me ligeiramente o vestido, e por cima do meu fio dental, ias acariciando o meu clítoris, ao mesmo tempo que me beijavas apaixonadamente. Sabes bem, que quando acaricias a minha vagina, por cima das cuecas, só quero que as tires. Não mas tiraste, mas desviaste o fio dental para o lado, e começaste a tua magnífica obra. Acariciaste o meu clítoris, fazendo movimentos circulares, e depois penetraste com os teus dedos, a minha vagina. Ias colocando os teus dedos, um por um, até conseguires colocar todos. A minha vagina queria absorvê-los todos, e ela ia apertando os teus dedos, em leves contracções. Movimentavas os dedos, enquanto ele estavam lá dentro. Tiraste toda a tua mão de repente, e deixaste-me com um gemido louco. Depois voltaste a pôr os teus dedos, mas rapidamente os tiravas. Era uma sensação agradável para mim.

A tua língua lambeu num gesto rápido e eficaz a minha vagina. Senti um arrepio de excitação a percorrer todo o meu corpo. Mergulhaste a tua língua na vagina, e fizeste-me o melhor sexo oral de sempre! Ias lambendo e alternavas ao chupares-me, chupavas tudo! Eu estava tão molhadinha, molhada de tanto prazer... Adoras ver-me assim, sentir-me assim, bem sei... Lambias em movimentos circulares, e depois de cima para baixo e vice-versa, mas deixaste-me louca quando penetraste-me com a tua língua, e enfiaste-a toda lá dentro, movimentando-te. Num gesto horizontal, movimentaste a tua língua muito depressa. Tão depressa que fiquei tão excitada, que tive que puxar a tua cabeça contra a minha vagina, fazendo pressão, para te sentir ainda mais fundo, ainda mais perto. E assim, agarrei os teus cabelos, e passeei os meus dedos, pressionei-te ainda mais. Ia gemendo enquanto ias olhando para mim, quase a perguntares se eu queria mais. E eu queria.

Beijaste-me nos lábios, a tua língua envolveu-se com a minha. Enfiaste os teus dedos na minha vagina e deste-me a provar do meu sabor, e depois beijaste-me para provares tu também. Perguntaste se eu tinha gostado, se eu queria mais.

- Sim! Quero mais! Come-me toda!

E eu empurrei-te para a minha vagina, abri bem as minha pernas e
confrontei-te comigo toda aberta. Voltaste a deliciar-me com um espectáculo fenomenal. Puxei-te para gemer ao teu ouvido, e assim deixar-te ainda mais louco.

Sem pressas, foste masturbando-me e fizeste-me oral. Foram uns longos minutos cheios de prazer e tesão. Vi-me na tua boca.
No fim quis presentear-te e também quis devorar todo o teu pénis. Comi-te todo! Chupei-te ainda melhor, agora.

domingo, 12 de julho de 2009

Como eu te comi!

Cheguei a tua casa, e lá estavas tu, nua só com uma toalha à tua volta. Por mim tinha-te comido logo ali no momento, mas tu conseguiste dar-me a volta e esperei que terminasses o banho, só eu sei como estava a ferver por dentro, ferver de desejos!
Quando terminaste o dito banho, não te dei tempo para mais nada, agarrei em ti, levei-te à tua cama, arranquei-te a toalha que tapava o teu corpo, e não perdi tempo para te possuir!
E só para me incentivar mais fizeste um sexo oral magnifico, agarrei-te as mão e controlei eu os movimentos, que bom que foi.
Deitei-te na cama, e penetrei-te. A tua vagina não ofereceu nenhuma resistência ao meu pénis, de tão molhada que ela estava, e assim começou a nossa sessão louca de sexo.

Penetrava-te com vigor, da melhor maneira que podia, e tu pedias por mais, e era isso que fazia, tu pedias e eu dava-te. A nossa respiração estava ofegante, gemíamos descontroladamente, que prazer que estávamos a ter!
Sem esperares peço-te que fiques de 4, e tu sem demoras assim o fazes, penetro-te. Gemes de prazer! Os meus movimentos juntam-se com os teus.
Nesta posição tinha uma vista privilegiada do teu rabinho, sem pensar duas vezes penetro-te com um dedo, que fácil que ele entrou, era como se já estivesse à minha espera, por isso junto outro dedo. Como tu gostaste! Por isso dou-te mais um. Simplesmente deliraste!
Mudamos de posição varias vezes a teu pedido. Sentia que estavas a adorar, por vezes agarravas-me com todas as tuas forças, como se quisesses que o meu corpo se unisse ao teu!
No fim pediste que eu me viesse nos teus seios, e assim eu fiz, puxei-te a mim e derramei o meu leite sobre os teus seios, e como tu gostas do meu leite!

Da próxima meu amor, vou comer o teu rabinho!

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Comeste-me tão bem

Enquanto conversávamos sobre banalidades do dia-a-dia, colocaste a tua mão, na minha vagina, mas por cima das minhas calças, e então, sem dizer nada, começaste a acariciar-me. Apenas colocaste a tua mão sobre mim, fiquei logo excitada. De tal maneira, que já só pedia, para mim, que metesse a tua mão por dentro das minhas calças e me masturbasses. Felizmente, sabes bem como me satisfazer, e sem demoras, fizeste-o! Abri bem as minhas penas e senti a tua mão a acariciar o meu clitóris e os teus dedos a penetraram sobre mim. Introduziste um, dois, três, e estimulaste o meu ponto G. Que prazer tão bom, que ponto! Deixei que tu dedicasses só a mim, e depois tirei para fora o teu pénis e masturbei-to! Beijávamos-nos tão intensamente, que por si só, já me deixava louca. De tal forma a tua língua se envolvia e se entrelaçava com a minha.

Coloquei a minha boca no teu pénis e fiz-te o melhor sexo oral de alguma vez. Dediquei-me de corpo e alma ao teu menino. Lambio e chupei-o como nunca! Chupei-to todo, todo mesmo! Acariciei-o com as mãos e depois lambio-o. Movimentos de masturbação foram feitos. Deixei um rasto de saliva, por tudo o que era milímetro da tua pele peniana, fiz questão disso. Hmm!... estavas tão molhadinho. Que bem que sabia chupar-te assim. Agarrava tão firmemente o teu pénis e ao fazer os movimentos de cima para baixo, ias soltandos gemidos mais altos, que percebi logo que te excitava. Mas o auge, esse, foi quando abocanhei-te e, contigo dentro da minha boca, chupei-te, ao mesmo tempo que com a minha mão direita, tapava, agarrando a parte superior do teu pénis. Quis deixar-te ainda mais louco, e olhava para ti enquanto te trabalhava. Tu, agarravas no meu cabelo longo e solto, e ajudavas-me, fazendo pressão com a minha cabeça, para te chupar ainda mais fundo. E eu ia descendo ainda mais. Adorava ouvir-te gemer de prazer. Prazer causado por mim. Brinquei ainda mais e meti o teu pénis na parte superior da minha bochecha, na diagonal, como aquela parte interior da pele da bochecha é mais fina e delicada, provocava uma sensação formidável. Quase que te vinhas.

Queria tanto ser penetrada por ti. Queria tanto que me comesses. Sim, que me comesses! Tantos dias em provocações, tantos dias a masturbar-me a pensar que eras tu a comeres-me, só queria que eu e tu num fundíssemos num só corpo. E tu, comeste-me! Penetraste-me e deixas-te que o teu pénis se juntasse a mim. Fazias movimentos tão rápidos, que me deixavam em êxtase total! A minha vagina contraí-a-se a cada penetração mais funda que me fazias. O prazer era tanto que tive de estimular o meu clítoris, primeiro a teu pedido, e depois porque precisava mesmo de prolongar e intensificar ainda mais o que sentia. O prazer que tu me davas! E ali estava eu: de pernas abertas, ainda que flectidas, na beira da cama, e tu em cima de mim, a foderes-me.

- Queres que te foda? Pede! – dizia o Gustavo a olhar para mim.

- Quero! Fode-me!

Estas palavras foram um impulso para o Gustavo, porque ele, sem dó nem piedade, fodeu-me mesmo! Deu-me com tanta força, que eu implorei por mais. A penetração rápida, veloz, com a força impelida, deixava-me sem fôlego. Adorei, adorei, adorei! Eu estava quase sem respirar, pois a minha respiração era ofegante. Mas que foda ele me estava a dar! Mesmo à bruta, quase selvagem, se realmente não o foi.

Puxei-te para mim, e agarrei o teu rabinho e as tuas costas, pressionando-as contra os meus seios e a minha vagina, com força, para te sentir ainda mais fundo, dentro de mim. Segredei ao teu ouvido o meu gemido. Fode-me! Só quero que me comas toda, dizia eu.

Mudámos de posição e meti-me em cima de ti, obviamente que não perdeste a oportunidade para me chupares as maminhas. Ia-me balançando por cima de ti. O teu pénis estava tão teso! Agarravas na minhas maminhas e chupavas-as, e depois eu beijava-te, e tu nunca deixavas de as ter na mão. Pois tinhas sempre que as apalpar.

Agarraste o meu rabo com força e deste-me palmadas de castigo. Introduzis-te os teus dedinhos no meu rabinho. Sabia-me tão bem, enquanto o teu pénis roçava na minha vagina super molhada e quente. Foste para cima de mim e penetraste-me enquanto colocavas os teus dedos no meu rabinho. Dupla penetração.

Continuaste a penetrar-me, enquanto me ias tentado beijar, pois estavamos de tal maneira ofegantes, que não dava para nos beijarmos. Com força, com força, só queria que me fodesses de força. Hmm!... Quase que me venho cada vez que penso na penetração que me oferecias tão bem... Nunca te tinha visto tão selvagem, e adorei! Lambeste a minha vagina bem molhada, num gesto tão rápido, que me fez agarrar a almofada com força. Almofada que tu me tiraste para me ofereceres uma visão maravilhosa.

Aproximaste o teu pénis da minha boca, enquanto eu estava deitada, e tu, por cima de mim. Masturbaste-te, enquanto eu ajudava e ia lambendo e tocando ao de leve com a língua, estavas quase quase a vir-te e eu abri os meus lábios e a minha língua veio para fora. Vieste-te! Não só a tua respiração e o olhar o denunciava, como o leitinho que saía do teu pénis. Vieste-te para a minha boca, e eu acolhi tudo dentro de mim. Depois expulsei o teu leitinho, e deixei-me toda lambuzada dele, e tu foste bebê-lo. Imagino o que não sentiste ao ver-me coberta de pedaços de ti.

Como não te quis dar descanso, continuei a masturbar-te mais um pouco.

Fui limpar-me, e quando voltei ataquei-te de novo. Voltei a comer o teu pénis todinho, fizes-te oral. Só queria devorá-lo. E ainda o quero devorar!


Prometes que me comes assim, outra vez?

 
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