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domingo, 11 de abril de 2010

Carinho no anal

Eu estava deitada de barriga para cima à beira da cama, com as pernas abertas e a minha coninha à vista só para ti. Tu, sem demoras, penetraste-me afincadamente, como só tu o sabes fazer. Num movimento de vaivém íamos entrando e saindo do calor que eu emanava dentro de mim. Bem apertadinha, como tu gostas, ia agarrando-te mais em mim. Os centímetros do teu maravilhoso pénis entravam em mim, como quem já conhece bem o caminho, e todos eles eu queria. De repente agarro-te com força nas costas, e arranho-te ao teu pedido, deixo-te a minha marca no corpo, ao que de seguida exijo que tu me fodas com força. Sem responderes nada, e no silêncio das nossas palavras, e na música da minha respiração ofegante, estremeço quando tu com uma força penetras-me por completo.

- Que bem que tu me fodes, amor.
Adoro ser assim penetrada, faz-me atingir níveis de prazer sensacionais.
- Vira-te, quero comer-te por trás. – Ordena-me agora o Gustavo.
Acedo ao seu pedido, e coloco-me de joelhos em cima da cama, de quatro. Novamente entras em mim com uma força que eu adoro. Agarras nos meus cabelos e puxas a minha cabeça um pouco para trás, puxas-me para ti, enquanto me dá uma valente foda, à bruta. Apalpas-me bem o rabo, e dás-me uma palmada.

- Gostas? – Pergunta ele excitado.
- Gosto.
- Queres mais, queres? – ao que respondo afirmamente.

Enquanto me penetra, vai introduzindo alguns dedos no meu rabinho, até que me lubrifica com um óleo, e impõe o seu pénis dentro do meu rabinho. Aos poucos vai forçando, até que entra todo. Eu empino-me ainda mais, de forma a poder estar bem aberta para ele. Sem planos, sem receios e com surpresa. Como se não fosse a primeira vez, tomas conta de mim, e entras de forma fácil. Hmm… que bom que é ser comida assim por ti.

- Gostas que te coma o rabinho, gostas? Queres mais?

Nem preciso dizer o que respondi ;)
Não tardou, numa excitação total, ele vir-se nas minhas mamas, antes chupadas e saboreadas.

domingo, 23 de agosto de 2009

Suado Prazer


Como sempre estávamos a ferver de desejo, estávamos à espera que um de nós desse o primeiro passo. Não demorou muito para que ambos nos entregasse-mos aos prazeres carnais. A tua mão rapidamente abriu as minhas calças e procurou o meu pénis.
Mas não querias entregar-te logo ali, sem mais nem menos, seduziste-me o máximo que conseguiste, querias que eu te suplicasse por mais, muito mais!
E assim o fiz, quando finalmente ficaste satisfeita avanças para o meu pénis sem perderes um segundo!

A tua mão começa-me a masturbar, e perguntas-me se quero mais. Como poderia dizer não? Peço-te mais e mais, e assim o fizeste começaste a fazer sexo oral, e que bom que é! Começas a brincar com a ponta do meu pénis, e começas a percorre-lo todo com a tua língua, começas então a chupar, e chupas com toda a tua vontade, ate ao ponto de me fazer gemer de desejo. A tua cabeça sobe e desce no meu pénis, desde da ponta até à base, e por momentos colocas todo ele na tua boca quente, tu sabes como eu adoro isso!
Deixo que o desejo me deixe dominar, agarro em ti meto a tua cabeça na ponta da cama para que esta fique pendurada para baixo, e levo o meu pénis à tua boca, começo então a foder a tua boca, bem rápido e bem fundo, tanto meto só a ponta como faço-te engolir ele todo, ficamos disto um bom tempo, até que todo o meu pénis escorra da tua saliva.

Sexo oral é bom, mas a tua vagina estava a chamar por mim, mando-te deitar de lado, com a minha mão levanto a tua perna, e com o pénis procuro a tua vagina, penetro-te todo de uma vez, e que fácil entrou de tão molhada estava a tua coninha!
Comecei-te a foder com força, tal como tu gostas, ao mesmo tempo que te penetrava massajava o teu clitóris e beijava-te. Estávamos loucos de prazer. Não demorou muito para que atingisse o orgasmo, tirei-o de dentro de ti, e enchi a tua barriga com o meu esperma quente.
Mas não ficamos por aqui, nós queríamos mais! Fizeste novamente oral, e não demorou muito para estar pronto novamente para acção, mandei-te ficar de 4, e tu não te fizeste de rogada, e rapidamente ficaste em posição, e eu rapidamente penetrei-te sem dó.
Tu em voz baixa dizias: "fode-me, fode-me com força" e eu assim fazia, queria-te levar à loucura!
Parei e mandei-te ficares por cima de mim, e tu a correr vieste, passaste as pernas por cima de mim, e encaixaste em mim com perfeição, começaste a movimentar, e que bom que é quando és tu a controlar-me! Movimentavas-te em cima de mim, e por vezes puxava-te para mim para te beijar.
Os nossos corpos estavam unidos em um só, em harmonia, prazer, e amor. Éramos só um corpo que escorria suor de prazer. Éramos perfeitos!


A pedido de varias pessoas, começamos assim, a mostrar fotos nossas no nosso blog, espero que sejam do agrado de todos os nossos leitores.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Intenso

Depois das minhas provocações, chegaste ao pé de mim no dia seguinte e beijaste-me ao mesmo tempo em que a tua mão deslizou para a minha vagina húmida.

Já deitados, tirei as minhas cuecas fio-dental e deixei-me sem nada por baixo. Puxei o vestido para cima e sentei-me em cima de ti. Virada para ti e tocando no teu pénis, fui deslizando-me com movimentos de cima para baixo e circulares, ia sentindo o teu pénis a crescer dentro das tuas calças. Ia tocando-lhe e fazendo festinhas. Provoquei-te tanto, que tive que tirar o pénis para fora das tuas calças, e fiz-te oral. Fiz-te aquilo que tanto desejas e adoras.

- Deixa-o bem molhadinho. – disseste-me tu louco de desejo.

E eu obedeci e deixei-o todo babadinho. Chupava-te vezes sem conta, a minha língua percorria-te de uma ponta a outra. E eu ia-te engolindo. Até que engoli-te todo. O teu pénis estava todo na minha boca. E tu gemeste de prazer, enquanto o tinha todo dento da boca. Hmm!... que gemido tão bom que me deste!

-Põe-te de quatro! Quero foder-te! – disse-me super excitado.

Foste foder-me. Eu de gatas, empinei bem o meu rabinho e abri-me para ti. Introduziste os teus dedos na minha vagina de forma rápida, quase sem puder respirar.

- Gostas de estar assim aberta para mim, gostas? – continuou.

- Gosto. E tu, gostaste de me foder assim?

- Gosto de te deixar bem aberta e ver-te assim para mim.

Hmm!... Enfiaste o teu pénis, e logo à primeira lá estava ele dentro de mim. Agarraste-te à minha cintura e fodeste-me! Ias dando-me com força, com muita força. Foste selvagem para mim e eu adoro isso. Abrias o meu rabinho e contemplavas a minha coninha a ser fodida por ti. Penetravas-me bem fundo e eu sentia tanto que quase me vinha. Gemia de prazer.

Já deitados lado a lado, eu na tua frente, levantei a minha perna e afastei os lábios da coninha, e tu penetraste-me num ápice. Movimentaste-te ao mesmo tempo que ias apalpando e brincando com as minhas maminhas excitadas. Eu de costas para ti, puxei a minha mão e agarrei-te o rabinho com força.

- Gosto tanto de te foder a coninha! – segredou ao meu ouvido.

- E eu adoro que me fodas! Adoro sentir-te dentro de mim.

Fui para cima de ti, tu deitado, e com as pernas já dobradas, movimentei-me com o teu pénis dentro de mim. Mexia no meu cabelo enquanto me movimentava para cima e para baixo em cima de ti. Puxaste-me e deste-me palmadas no rabo. Abriste o meu rabinho e enfiaste alguns dedos dentro dele, que chamava por ti. E depois movimentei-me em formas circulares, como tu adoravas que eu fizesse isso...

Vieste para cima de mim, agora. Trocámos. Puxaste-me rapidamente para a beira da cama e levantaste-me as pernas, que se encontravam agora nos teus ombros, e comeste-me loucamente mais uma vez.

Entretanto foste-me presentear com um oral maravilhoso, quase que me vinha na tua boca. A tua língua faz maravilhas, e chupavas-me tão bem. Hmm!... mais, mais, dá-me mais! E agarrei os teus cabelos, e forcei-te a chupares-me ainda mais.

Voltei para cima de ti, mas agora estava de costas para ti, e mais uma vez penetraste-me sem dó nem piedade, e eu só gemia para ti.

Agora sentava-me em cima da tua cara, enquanto me fazia mais uma vez oral e eu deliciei-me tanto, mas tanto, que tive que te ir chupar mais uma vez. Coloquei-me de cabeça para baixo e vieste foder-me a boquinha.

- Gostas que te foda a boquinha, gostas?

Dei-lhe a entender que sim e mais uma vez engoli-o todo!

Voltaste a comer-me por cima de mim, e deste-me ainda com mais força do que antes, e estavas tão concentrado a foder-me... Estiveste a penetrar-me durante largos minutos sempre assim, de força. Hmm!... foi tão bom, mas tão bom, sentia-te tanto, a pressão na minha vagina apertadinha era tanta, que eu já gemia alto de prazer. Vi-me ali para ti, contigo dentro de mim, e tu continuaste. Que maravilha! Foi tão intenso.

- Quem é que te fode bem, quem é? - dizia ele cheio de tesão.

- És tu! Só tu me fodes tão bem e me deixas a coninha bem aberta.

Passado alguns minutos de nos recompormos um pouco, pus-me de gatas para ti, e vieste comer-me na posição que tu adoras. Ajudava-te e ia encontrando o meu rabinho no teu pénis, movimentei-me para ti. E os meus seios balançavam.


Estivemos nisto 1h e meia, mas foi tão bom... Voltaremos a fazê-lo assim, selvagem como gostamos. Ficámos exaustos, mas felizes porque tivemos muito prazer.


Numa palavra: intenso.

Nunca ele me comeu tão bem. Vem foder-me outra vez, e outra vez, Gustavo, vem.

domingo, 2 de agosto de 2009

4 x 2 = Prazer - Parte 2



... e depois não perdi tempo, coloquei-te novamente de quatro, e coloquei todo o meu pénis na tua vagina, não podia perder tempo, o desejo não me deixava ser meigo, fodi-te então com toda a força que tinha.
Por vezes parava com o meu pénis todo dentro de ti só para sentir o teu calor, e que calorzinho bom que era, era capaz de ficar la dentro todo o dia, mas não podia, tinha que te dar mais prazer, então recomeçava os meus movimentos de vai e vem.
Por vezes removia-o completamente, e colocava novamente dentro de ti, rapidamente, sem dó, e como tu gostavas quando eu fazia isso. Por vezes nem conseguias esperar que o metesse de novo, tu própria ias à procura dele.
Então a certa altura comecei a acelerar, cada vez os meus movimentos eram mais rápidos, e para ajudar sincronizavas os teus movimentos com os meus, até que atingimos o clímax e eu vi-me para cima do teu rabinho, que bom que foi ver o meu esperma a escorrer pelo teu rabo!

No fim de forma sexy dizeste-me: Fodes-me tão bem...

4 x 2 = PRAZER


Tu, louco de desejo por mim, não resististe em chupar as minhas maminhas. Deixaste-as nuas, e lambeste-me muito bem. Chupavas da melhor maneira que conseguias. Engolias o máximo que podias. O meu mamilo estava tão durinho... tão tesa... por ti.

Sem perderes mais tempo, e depois de me ter arranjado para ti, por cima do meu vestido colocaste a tua mão, tentando alcançar a minha vagina, para te poderes deliciar com ela. E é aí que tens uma surpresa: não tinha nada por baixo. Ficaste surpreso, mas muito contente. Claro que este foi só o apimentar do resto da tarde.

Já na cama, puxaste-me para a beira, abriste-me literalmente as pernas, tiraste para fora o teu pénis bem duro, e primeiro levaste-mo aos meus lábios. Agora fui eu a chupar-te, engoli-o todinho. Meti-o na minha boca, e deixei-o bem molhado. A minha língua apoderou-se de ti. Puxaste o vestido para cima, e colocaste o meu mais-que-tudo dentro de mim, dentro da minha vagina molhada, suculenta do teu pénis teso. Ias-me comendo devagar, até que foste aumentado o ritmo, sabes bem como adoro quando te movimenta depressa e com força dentro de mim... Hmmm, que delícia tão boa.

- Põe-te de quatro! Quero comer-te assim! – pediste-me tu, Gustavo.

E eu cumpri com os teus desejos, até porque deliro quando meu comes de quatro. Empinei o meu rabinho para ti, abri as minhas pernas, inclinei-me para baixo, e contorci-me de prazer. Enfias-te o teu pénis na minha vagina molhada, e comeste-me, como tanto querias. Foste fazendo movimentos de vaivém e eu ajudava-te, puxava-me para trás, e tu para a frente, os nossos movimentos eram segredos que se misturavam a dois.

- Fode-me! Fode-me com força!

E tu, sem disseres nada, à tua vez, fizeste o que te pedi, e deste-me de força, e eu balançava-me com firmeza para ti. Estivemos assim uns minutos até que tu te vieste para mim.

- Isto não fica por aqui, ainda te quero comer mais hoje!

- Eu também quero.

Passado algum tempo, talvez umas duas horas, fiz-te uma massagem às costas. Contigo deitado, sentei-me em cima do teu rabinho, e fiz-te uma óptima massagem. Deixei-te bem relaxado, ao mesmo tempo que ia chupando e lambendo a tua orelha, para te deixar excitado. Não demorou, até que quisesses que me deitasse em cima de ti, nas tuas costas, e eu marota como sou, ronçei-me em ti, deixei-te sentir a minha vagina no teu rabinho. Insinuei-me, provoquei-te, fiz-te meu! Viraste-te e colocaste-te de pé. Fui então fazer-te outro oral divinal. Daqueles em que chupo com firmeza e me dedico só a ti. Senti o teu pénis teso a crescer dentro da minha boca. Uma sensação fenomenal. Engolia-o até ao fim. E depois...

O resto deixo para o Gustavo vos contar ;)

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Oralidade vaginal


Estava vestida de uma forma muito sensual. Tinha um vestido preto, um pouco curto, não justo o suficiente para te mostrar as minhas formas, mas dava bem para mostrar o que escondia por baixo. Provoquei-te até te levar ao limite. Ia levantando o vestido o suficiente para mostrar um pouco do meu rabinho e da minha vagina, e depois, prontamente o baixava. Dançava ao som de uma música que não ouvíamos, mas estava na minha cabeça, e para ti bastava veres como me balançava.

Deitei-me ao teu lado e tu, sem perderes mais tempo, levantaste-me ligeiramente o vestido, e por cima do meu fio dental, ias acariciando o meu clítoris, ao mesmo tempo que me beijavas apaixonadamente. Sabes bem, que quando acaricias a minha vagina, por cima das cuecas, só quero que as tires. Não mas tiraste, mas desviaste o fio dental para o lado, e começaste a tua magnífica obra. Acariciaste o meu clítoris, fazendo movimentos circulares, e depois penetraste com os teus dedos, a minha vagina. Ias colocando os teus dedos, um por um, até conseguires colocar todos. A minha vagina queria absorvê-los todos, e ela ia apertando os teus dedos, em leves contracções. Movimentavas os dedos, enquanto ele estavam lá dentro. Tiraste toda a tua mão de repente, e deixaste-me com um gemido louco. Depois voltaste a pôr os teus dedos, mas rapidamente os tiravas. Era uma sensação agradável para mim.

A tua língua lambeu num gesto rápido e eficaz a minha vagina. Senti um arrepio de excitação a percorrer todo o meu corpo. Mergulhaste a tua língua na vagina, e fizeste-me o melhor sexo oral de sempre! Ias lambendo e alternavas ao chupares-me, chupavas tudo! Eu estava tão molhadinha, molhada de tanto prazer... Adoras ver-me assim, sentir-me assim, bem sei... Lambias em movimentos circulares, e depois de cima para baixo e vice-versa, mas deixaste-me louca quando penetraste-me com a tua língua, e enfiaste-a toda lá dentro, movimentando-te. Num gesto horizontal, movimentaste a tua língua muito depressa. Tão depressa que fiquei tão excitada, que tive que puxar a tua cabeça contra a minha vagina, fazendo pressão, para te sentir ainda mais fundo, ainda mais perto. E assim, agarrei os teus cabelos, e passeei os meus dedos, pressionei-te ainda mais. Ia gemendo enquanto ias olhando para mim, quase a perguntares se eu queria mais. E eu queria.

Beijaste-me nos lábios, a tua língua envolveu-se com a minha. Enfiaste os teus dedos na minha vagina e deste-me a provar do meu sabor, e depois beijaste-me para provares tu também. Perguntaste se eu tinha gostado, se eu queria mais.

- Sim! Quero mais! Come-me toda!

E eu empurrei-te para a minha vagina, abri bem as minha pernas e
confrontei-te comigo toda aberta. Voltaste a deliciar-me com um espectáculo fenomenal. Puxei-te para gemer ao teu ouvido, e assim deixar-te ainda mais louco.

Sem pressas, foste masturbando-me e fizeste-me oral. Foram uns longos minutos cheios de prazer e tesão. Vi-me na tua boca.
No fim quis presentear-te e também quis devorar todo o teu pénis. Comi-te todo! Chupei-te ainda melhor, agora.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Comeste-me tão bem

Enquanto conversávamos sobre banalidades do dia-a-dia, colocaste a tua mão, na minha vagina, mas por cima das minhas calças, e então, sem dizer nada, começaste a acariciar-me. Apenas colocaste a tua mão sobre mim, fiquei logo excitada. De tal maneira, que já só pedia, para mim, que metesse a tua mão por dentro das minhas calças e me masturbasses. Felizmente, sabes bem como me satisfazer, e sem demoras, fizeste-o! Abri bem as minhas penas e senti a tua mão a acariciar o meu clitóris e os teus dedos a penetraram sobre mim. Introduziste um, dois, três, e estimulaste o meu ponto G. Que prazer tão bom, que ponto! Deixei que tu dedicasses só a mim, e depois tirei para fora o teu pénis e masturbei-to! Beijávamos-nos tão intensamente, que por si só, já me deixava louca. De tal forma a tua língua se envolvia e se entrelaçava com a minha.

Coloquei a minha boca no teu pénis e fiz-te o melhor sexo oral de alguma vez. Dediquei-me de corpo e alma ao teu menino. Lambio e chupei-o como nunca! Chupei-to todo, todo mesmo! Acariciei-o com as mãos e depois lambio-o. Movimentos de masturbação foram feitos. Deixei um rasto de saliva, por tudo o que era milímetro da tua pele peniana, fiz questão disso. Hmm!... estavas tão molhadinho. Que bem que sabia chupar-te assim. Agarrava tão firmemente o teu pénis e ao fazer os movimentos de cima para baixo, ias soltandos gemidos mais altos, que percebi logo que te excitava. Mas o auge, esse, foi quando abocanhei-te e, contigo dentro da minha boca, chupei-te, ao mesmo tempo que com a minha mão direita, tapava, agarrando a parte superior do teu pénis. Quis deixar-te ainda mais louco, e olhava para ti enquanto te trabalhava. Tu, agarravas no meu cabelo longo e solto, e ajudavas-me, fazendo pressão com a minha cabeça, para te chupar ainda mais fundo. E eu ia descendo ainda mais. Adorava ouvir-te gemer de prazer. Prazer causado por mim. Brinquei ainda mais e meti o teu pénis na parte superior da minha bochecha, na diagonal, como aquela parte interior da pele da bochecha é mais fina e delicada, provocava uma sensação formidável. Quase que te vinhas.

Queria tanto ser penetrada por ti. Queria tanto que me comesses. Sim, que me comesses! Tantos dias em provocações, tantos dias a masturbar-me a pensar que eras tu a comeres-me, só queria que eu e tu num fundíssemos num só corpo. E tu, comeste-me! Penetraste-me e deixas-te que o teu pénis se juntasse a mim. Fazias movimentos tão rápidos, que me deixavam em êxtase total! A minha vagina contraí-a-se a cada penetração mais funda que me fazias. O prazer era tanto que tive de estimular o meu clítoris, primeiro a teu pedido, e depois porque precisava mesmo de prolongar e intensificar ainda mais o que sentia. O prazer que tu me davas! E ali estava eu: de pernas abertas, ainda que flectidas, na beira da cama, e tu em cima de mim, a foderes-me.

- Queres que te foda? Pede! – dizia o Gustavo a olhar para mim.

- Quero! Fode-me!

Estas palavras foram um impulso para o Gustavo, porque ele, sem dó nem piedade, fodeu-me mesmo! Deu-me com tanta força, que eu implorei por mais. A penetração rápida, veloz, com a força impelida, deixava-me sem fôlego. Adorei, adorei, adorei! Eu estava quase sem respirar, pois a minha respiração era ofegante. Mas que foda ele me estava a dar! Mesmo à bruta, quase selvagem, se realmente não o foi.

Puxei-te para mim, e agarrei o teu rabinho e as tuas costas, pressionando-as contra os meus seios e a minha vagina, com força, para te sentir ainda mais fundo, dentro de mim. Segredei ao teu ouvido o meu gemido. Fode-me! Só quero que me comas toda, dizia eu.

Mudámos de posição e meti-me em cima de ti, obviamente que não perdeste a oportunidade para me chupares as maminhas. Ia-me balançando por cima de ti. O teu pénis estava tão teso! Agarravas na minhas maminhas e chupavas-as, e depois eu beijava-te, e tu nunca deixavas de as ter na mão. Pois tinhas sempre que as apalpar.

Agarraste o meu rabo com força e deste-me palmadas de castigo. Introduzis-te os teus dedinhos no meu rabinho. Sabia-me tão bem, enquanto o teu pénis roçava na minha vagina super molhada e quente. Foste para cima de mim e penetraste-me enquanto colocavas os teus dedos no meu rabinho. Dupla penetração.

Continuaste a penetrar-me, enquanto me ias tentado beijar, pois estavamos de tal maneira ofegantes, que não dava para nos beijarmos. Com força, com força, só queria que me fodesses de força. Hmm!... Quase que me venho cada vez que penso na penetração que me oferecias tão bem... Nunca te tinha visto tão selvagem, e adorei! Lambeste a minha vagina bem molhada, num gesto tão rápido, que me fez agarrar a almofada com força. Almofada que tu me tiraste para me ofereceres uma visão maravilhosa.

Aproximaste o teu pénis da minha boca, enquanto eu estava deitada, e tu, por cima de mim. Masturbaste-te, enquanto eu ajudava e ia lambendo e tocando ao de leve com a língua, estavas quase quase a vir-te e eu abri os meus lábios e a minha língua veio para fora. Vieste-te! Não só a tua respiração e o olhar o denunciava, como o leitinho que saía do teu pénis. Vieste-te para a minha boca, e eu acolhi tudo dentro de mim. Depois expulsei o teu leitinho, e deixei-me toda lambuzada dele, e tu foste bebê-lo. Imagino o que não sentiste ao ver-me coberta de pedaços de ti.

Como não te quis dar descanso, continuei a masturbar-te mais um pouco.

Fui limpar-me, e quando voltei ataquei-te de novo. Voltei a comer o teu pénis todinho, fizes-te oral. Só queria devorá-lo. E ainda o quero devorar!


Prometes que me comes assim, outra vez?

 
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