quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Saudades do teu corpo
decidi fazer-te esta surpresa. Decidi escrever-te só para te dizer que te amo, e que tenho saudades do teu corpo.
Saudades...
do teu corpo próximo do meu,
de sentir o teu respirar junto ao meu ouvido,
de sentir que estás por perto,
de ter a tua boca colada à minha,
de sentir a textura da tua língua,
das nossas línguas se abraçarem,
das tuas mãos percorrerem o meu corpo,
do teu toque,
dos corpos nus,
do teu pénis excitado,
de o sentir crescer,
de o sentir à procura da minha cona,
de me encontrares,
de me puxares para ti,
de me abraçares com o corpo suado,
e de entrares dentro de mim,
... possuindo-me em mais um momento de amor.
AMO-TE todos os dias da nossa vida.
terça-feira, 20 de julho de 2010
Segredos no Formspring
Hoje vimos dar a conhecer as respostas às perguntas que nos fizeram no Formspring. Foram quatro, as que abaixo escrevemos.
Esperemos que continuem a fazer-nos perguntas, estejam à vontade para o fazer, pois quantas mais melhor ;)
Esta é uma forma de se sentirem mais perto de nós, e nós de vocês.
1. Como gostam mais de fazer no momento da ejaculação?
No momento da ejaculação é sempre diferente, pode ser vir-se nas mamas, como no
rabo, ou dentro da vagina... Depende de como é o momento que antecede a ejaculação. Já aconteceu ser na boca, por exemplo. Mas onde gostamos mais acho
que é nas mamas, pois permite brincarmos com elas depois do momento.
Suely: Em termos de classificação, só poderia dizer que o Gustavo é o melhor na cama! Adoro tudo o que ele me faz, é espontâneo, o q considero ser importante, pois surpreende-me. Rapidamente sabe deixar-me hot!Gustavo: Muito quente e sensual, e sempre aberta a experimentar novas coisas, é só dizer de forma marota, e ela derrete-se toda.
Sim, gostamos bastante. Mas claro que tudo tem que ser dentro dos seus limites.
Nós nunca praticámos algo do género, mas uma coisa é certa, antes de o fazerem têm que ter a certeza que é mesmo isso que querem, apesar de em casos isso apimentar a vida sexual poderá causar outros problemas no relacionamento, por isso tenham mesmo a certeza que é isso que querem. Caso sigam com isso em frente, comecem talvez com uma menage com um amigo/a não muito próximo, porque se for uma pessoa muito próxima podem estragar a relação com essa pessoa.Digam-nos depois a decisão que tomarem ;)
Escrevam-nos em: http://www.formspring.me/segredosdois
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Falem connosco!
sábado, 26 de junho de 2010
Como anal é bom!
domingo, 11 de abril de 2010
Carinho no anal
Eu estava deitada de barriga para cima à beira da cama, com as pernas abertas e a minha coninha à vista só para ti. Tu, sem demoras, penetraste-me afincadamente, como só tu o sabes fazer. Num movimento de vaivém íamos entrando e saindo do calor que eu emanava dentro de mim. Bem apertadinha, como tu gostas, ia agarrando-te mais em mim. Os centímetros do teu maravilhoso pénis entravam em mim, como quem já conhece bem o caminho, e todos eles eu queria. De repente agarro-te com força nas costas, e arranho-te ao teu pedido, deixo-te a minha marca no corpo, ao que de seguida exijo que tu me fodas com força. Sem responderes nada, e no silêncio das nossas palavras, e na música da minha respiração ofegante, estremeço quando tu com uma força penetras-me por completo.
- Que bem que tu me fodes, amor.
- Vira-te, quero comer-te por trás. – Ordena-me agora o Gustavo.Acedo ao seu pedido, e coloco-me de joelhos em cima da cama, de quatro. Novamente entras em mim com uma força que eu adoro. Agarras nos meus cabelos e puxas a minha cabeça um pouco para trás, puxas-me para ti, enquanto me dá uma valente foda, à bruta. Apalpas-me bem o rabo, e dás-me uma palmada.
- Gostas? – Pergunta ele excitado.
- Gosto.
- Queres mais, queres? – ao que respondo afirmamente.
- Gostas que te coma o rabinho, gostas? Queres mais?
Nem preciso dizer o que respondi ;)
Não tardou, numa excitação total, ele vir-se nas minhas mamas, antes chupadas e saboreadas.
sábado, 2 de janeiro de 2010
Por detrás das Histórias

Poucos sabem o que se passa realmente por detrás destes posts, o desejo carnal é sempre enorme, é raro o dia que passa onde não exista uma brincadeira que seja, um deslize de mãos, uma boca marota, ou mesmo uma penetração selvagem.
Quando passa muito tempo sem que haja algum tipo deste contacto sentimos imediatamente a falta de sentir o corpo um do outro, e de unir os nossos corpos num só, só nos sentimos completos quando somos um.
E agora é um desses momentos, à muito que não nos unimos, os nossos corpos chamam um pelo outro, sedentos, famintos.
A carne com carne, fluidos com fluidos, calor com calor, como podem eles ficar sem estes elementos simples e no entanto tão necessários?
Vamos unir novamente os nossos corpos num só, vamos amor? :)
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Ele Admirava a Sua Obra
Desculpem esta demora em escrever, mas andámos um pouco ocupados, e quando tinhamos tempo, faziamos sempre outras coisas. Mas agora voltámos e com força! Voltamos para vos desvendar mais um segredo. Apreciem tanto ou mais quanto nós o sentimos ;)
Já não tinhamos sexo há algum tempo, por falta de oportunidade. Os nossos corpos andavam literalmente sedentos de desejo, sedentos... Eu só queria agarrar aquele pénis delicioso, e colocá-lo dentro da minha coninha, ela que se excitava só de pensar por um segundo, naqueles centímetros generosos, dentro de mim.
Estavamos os dois a conversar, quando o Gustavo veio por trás de mim, baixou as minhas calças e as cuecas, e fê-lo! Ui! Senti-o bem! Dei um gemido, pela rapidez com que entrou em mim.
Vigorosamente ia entrando, ia saíndo, ia entrando, ficava-se por lá, tirava-o todo, enterrava-o de uma vez só, com força, fazia-o devagarinho, fazia tudo! Tudo para me deixar cada vez mais louca pelo sexo que ele me dava.
Destapou-me os seios e sentiu com a sua mão, como estavam os meus mamilos duros, excitados, cheios de prazer. A desejar novamente a boca do Gustavo, que antes já me tinha estado a chupar.
Não tardou a vir-se. E o seu leite escorria pelo meu rabo, e o Gustavo, admirava a sua obra.
sábado, 12 de setembro de 2009
Oral maravilha

E como o desejo era enorme coloquei-te de cabeça virada para baixo, e comecei a foder a tua boca, tanto metia devagar como depois aumentava o ritmo, tivemos nisto um bom bocado. Tanto o tirava todo como momentos depois colocava-o todo na minha boca, e tu ainda parecia quereres mais.
E assim coloquei-te de joelhos no chão, e continuei a foder a tua boquinha, com movimentos rápidos, a tua saliva escorria por todo o meu pénis, e tão bom que isso é! Até que o tirei a tua boca, e tu soubeste logo o que viria, e abriste bem a tua boca e colocaste a tua língua para fora para receber o meu leite, o que não demorou muito, recebeste-o todo, e gulosa como és engoliste-o todo.
Que bom que foi!
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Boa Foda
Esta foi uma das várias fotos que tirei, para mandar ao Gustavo, uma das muitas surpresas que lhe faço. Ele adorou!
Adoro quando após uma boa foda, depois do Gustavo me ter aberto tão bem, continuar a sentir o seu lindo pénis dentro de mim, como se lá estivesse guardado. Adoro o facto de ser correspondida sexualmente e de ter ao meu lado o melhor companheiro que eu podia ter. Adoro o facto de te amar enquanto temos sexo, enquanto fazemos amor. Adoro que me fodas como só tu o consegues fazer. Adoro que me rasgues por dentro e deixes dentro de mim a tua marca, o teu, nosso, leitinho. Adoro vê-lo a escorrer por todo o meu corpo ardente de desejo, por ti, e só de ti.
Gustavo, deixa-me ser só tua.
Todas as fotos que apareçam a dizer “Segredos a Dois”, são fotos pessoais, nossas, tal como esta ou outras, que temos o prazer de partilhar com vocês. Esperemos que gostem, e sobretudo, que comentem muito, façam comentários longos, falem das fotos, do que quiserem, adoramos ler tudo o que nos segredam. Continuaremos a colocar fotos nossas, evitando assim usar as do mundo da Internet, e tornando aqui o blog muito mais interessante. Todos os posts aqui colocados, são todos experiências sexuais nossas, reais, que foram mesmo vividas por nós, e não foram em nenhum pormenor imaginadas ou falseadas. Não concordam que é melhor ler relatos verídicos? Que correspondem exactamente àquilo que somos? ;)
Pretendemos também ir colocando questionários, para sabermos a vossa opinião. Tal como já fizemos, e descobrimos que quem nós lê é uma maioria heterossexual, ou haverá alguém por aí escondido? =P
Façam sugestões, divirtam-se e façam muito, muito, muito SEXO!
domingo, 23 de agosto de 2009
Suado Prazer



terça-feira, 11 de agosto de 2009
Intenso

Depois das minhas provocações, chegaste ao pé de mim no dia seguinte e beijaste-me ao mesmo tempo em que a tua mão deslizou para a minha vagina húmida.
Já deitados, tirei as minhas cuecas fio-dental e deixei-me sem nada por baixo. Puxei o vestido para cima e sentei-me em cima de ti. Virada para ti e tocando no teu pénis, fui deslizando-me com movimentos de cima para baixo e circulares, ia sentindo o teu pénis a crescer dentro das tuas calças. Ia tocando-lhe e fazendo festinhas. Provoquei-te tanto, que tive que tirar o pénis para fora das tuas calças, e fiz-te oral. Fiz-te aquilo que tanto desejas e adoras.
- Deixa-o bem molhadinho. – disseste-me tu louco de desejo.
E eu obedeci e deixei-o todo babadinho. Chupava-te vezes sem conta, a minha língua percorria-te de uma ponta a outra. E eu ia-te engolindo. Até que engoli-te todo. O teu pénis estava todo na minha boca. E tu gemeste de prazer, enquanto o tinha todo dento da boca. Hmm!... que gemido tão bom que me deste!
-Põe-te de quatro! Quero foder-te! – disse-me super excitado.
Foste foder-me. Eu de gatas, empinei bem o meu rabinho e abri-me para ti. Introduziste os teus dedos na minha vagina de forma rápida, quase sem puder respirar.
- Gostas de estar assim aberta para mim, gostas? – continuou.
- Gosto. E tu, gostaste de me foder assim?
- Gosto de te deixar bem aberta e ver-te assim para mim.
Hmm!... Enfiaste o teu pénis, e logo à primeira lá estava ele dentro de mim. Agarraste-te à minha cintura e fodeste-me! Ias dando-me com força, com muita força. Foste selvagem para mim e eu adoro isso. Abrias o meu rabinho e contemplavas a minha coninha a ser fodida por ti. Penetravas-me bem fundo e eu sentia tanto que quase me vinha. Gemia de prazer.
Já deitados lado a lado, eu na tua frente, levantei a minha perna e afastei os lábios da coninha, e tu penetraste-me num ápice. Movimentaste-te ao mesmo tempo que ias apalpando e brincando com as minhas maminhas excitadas. Eu de costas para ti, puxei a minha mão e agarrei-te o rabinho com força.
- Gosto tanto de te foder a coninha! – segredou ao meu ouvido.
- E eu adoro que me fodas! Adoro sentir-te dentro de mim.
Fui para cima de ti, tu deitado, e com as pernas já dobradas, movimentei-me com o teu pénis dentro de mim. Mexia no meu cabelo enquanto me movimentava para cima e para baixo em cima de ti. Puxaste-me e deste-me palmadas no rabo. Abriste o meu rabinho e enfiaste alguns dedos dentro dele, que chamava por ti. E depois movimentei-me em formas circulares, como tu adoravas que eu fizesse isso...
Vieste para cima de mim, agora. Trocámos. Puxaste-me rapidamente para a beira da cama e levantaste-me as pernas, que se encontravam agora nos teus ombros, e comeste-me loucamente mais uma vez.
Entretanto foste-me presentear com um oral maravilhoso, quase que me vinha na tua boca. A tua língua faz maravilhas, e chupavas-me tão bem. Hmm!... mais, mais, dá-me mais! E agarrei os teus cabelos, e forcei-te a chupares-me ainda mais.
Voltei para cima de ti, mas agora estava de costas para ti, e mais uma vez penetraste-me sem dó nem piedade, e eu só gemia para ti.
Agora sentava-me em cima da tua cara, enquanto me fazia mais uma vez oral e eu deliciei-me tanto, mas tanto, que tive que te ir chupar mais uma vez. Coloquei-me de cabeça para baixo e vieste foder-me a boquinha.
- Gostas que te foda a boquinha, gostas?
Dei-lhe a entender que sim e mais uma vez engoli-o todo!
Voltaste a comer-me por cima de mim, e deste-me ainda com mais força do que antes, e estavas tão concentrado a foder-me... Estiveste a penetrar-me durante largos minutos sempre assim, de força. Hmm!... foi tão bom, mas tão bom, sentia-te tanto, a pressão na minha vagina apertadinha era tanta, que eu já gemia alto de prazer. Vi-me ali para ti, contigo dentro de mim, e tu continuaste. Que maravilha! Foi tão intenso.
- Quem é que te fode bem, quem é? - dizia ele cheio de tesão.
- És tu! Só tu me fodes tão bem e me deixas a coninha bem aberta.
Passado alguns minutos de nos recompormos um pouco, pus-me de gatas para ti, e vieste comer-me na posição que tu adoras. Ajudava-te e ia encontrando o meu rabinho no teu pénis, movimentei-me para ti. E os meus seios balançavam.
Estivemos nisto 1h e meia, mas foi tão bom... Voltaremos a fazê-lo assim, selvagem como gostamos. Ficámos exaustos, mas felizes porque tivemos muito prazer.
Numa palavra: intenso.
Nunca ele me comeu tão bem. Vem foder-me outra vez, e outra vez, Gustavo, vem.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Que marota que és!

domingo, 2 de agosto de 2009
4 x 2 = Prazer - Parte 2

... e depois não perdi tempo, coloquei-te novamente de quatro, e coloquei todo o meu pénis na tua vagina, não podia perder tempo, o desejo não me deixava ser meigo, fodi-te então com toda a força que tinha.
Por vezes parava com o meu pénis todo dentro de ti só para sentir o teu calor, e que calorzinho bom que era, era capaz de ficar la dentro todo o dia, mas não podia, tinha que te dar mais prazer, então recomeçava os meus movimentos de vai e vem.
Por vezes removia-o completamente, e colocava novamente dentro de ti, rapidamente, sem dó, e como tu gostavas quando eu fazia isso. Por vezes nem conseguias esperar que o metesse de novo, tu própria ias à procura dele.
Então a certa altura comecei a acelerar, cada vez os meus movimentos eram mais rápidos, e para ajudar sincronizavas os teus movimentos com os meus, até que atingimos o clímax e eu vi-me para cima do teu rabinho, que bom que foi ver o meu esperma a escorrer pelo teu rabo!
No fim de forma sexy dizeste-me: Fodes-me tão bem...
4 x 2 = PRAZER

Tu, louco de desejo por mim, não resististe em chupar as minhas maminhas. Deixaste-as nuas, e lambeste-me muito bem. Chupavas da melhor maneira que conseguias. Engolias o máximo que podias. O meu mamilo estava tão durinho... tão tesa... por ti.
Sem perderes mais tempo, e depois de me ter arranjado para ti, por cima do meu vestido colocaste a tua mão, tentando alcançar a minha vagina, para te poderes deliciar com ela. E é aí que tens uma surpresa: não tinha nada por baixo. Ficaste surpreso, mas muito contente. Claro que este foi só o apimentar do resto da tarde.
Já na cama, puxaste-me para a beira, abriste-me literalmente as pernas, tiraste para fora o teu pénis bem duro, e primeiro levaste-mo aos meus lábios. Agora fui eu a chupar-te, engoli-o todinho. Meti-o na minha boca, e deixei-o bem molhado. A minha língua apoderou-se de ti. Puxaste o vestido para cima, e colocaste o meu mais-que-tudo dentro de mim, dentro da minha vagina molhada, suculenta do teu pénis teso. Ias-me comendo devagar, até que foste aumentado o ritmo, sabes bem como adoro quando te movimenta depressa e com força dentro de mim... Hmmm, que delícia tão boa.
- Põe-te de quatro! Quero comer-te assim! – pediste-me tu, Gustavo.
E eu cumpri com os teus desejos, até porque deliro quando meu comes de quatro. Empinei o meu rabinho para ti, abri as minhas pernas, inclinei-me para baixo, e contorci-me de prazer. Enfias-te o teu pénis na minha vagina molhada, e comeste-me, como tanto querias. Foste fazendo movimentos de vaivém e eu ajudava-te, puxava-me para trás, e tu para a frente, os nossos movimentos eram segredos que se misturavam a dois.
- Fode-me! Fode-me com força!
E tu, sem disseres nada, à tua vez, fizeste o que te pedi, e deste-me de força, e eu balançava-me com firmeza para ti. Estivemos assim uns minutos até que tu te vieste para mim.
- Isto não fica por aqui, ainda te quero comer mais hoje!
- Eu também quero.
Passado algum tempo, talvez umas duas horas, fiz-te uma massagem às costas. Contigo deitado, sentei-me em cima do teu rabinho, e fiz-te uma óptima massagem. Deixei-te bem relaxado, ao mesmo tempo que ia chupando e lambendo a tua orelha, para te deixar excitado. Não demorou, até que quisesses que me deitasse em cima de ti, nas tuas costas, e eu marota como sou, ronçei-me em ti, deixei-te sentir a minha vagina no teu rabinho. Insinuei-me, provoquei-te, fiz-te meu! Viraste-te e colocaste-te de pé. Fui então fazer-te outro oral divinal. Daqueles em que chupo com firmeza e me dedico só a ti. Senti o teu pénis teso a crescer dentro da minha boca. Uma sensação fenomenal. Engolia-o até ao fim. E depois...
O resto deixo para o Gustavo vos contar ;)
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Que bom que foi!

Já antes de estar contigo, ja desejava que me desses um pedaço de prazer, mas não fazia ideia que fosse assim tão bom.
Assim que tivemos um momento só para nós dois, não perdeste tempo, as tuas mãos voaram para o botão das minhas calças e quase como por magia estas já estavam abertas, e quase no instante seguinte puxas elas para baixo juntamente com as minhas boxers. Já está, deixaste-me a arder de desejo!
Começaste a fazer um sexo oral divinal como so tu sabes fazer, começavas por me deixar bem molhadinho com a tua lingua, para depois o engolires por completo, e como o engolias. Mesmo com ele dentro da tua boca não podias deixar de brincar com a tua lingua, e como eu gosto disso. Quando menos espero começas a movimentar o mais rapido que consegues, deixas-me à beira de loucura de tanto prazer que me dá. E só para me excitares ainda mais paras, começas a masturbar-me e perguntas se gosto... Se gosto!
Continuas a dar-me prazer, é certo que não vou aguentar muito tempo com todo o prazer que me estás a oferecer, e tinha razão, quando me preparo para me vir, tu deixas a tua boca no meu pénis, queres receber todo o meu leite, e eu dou-te. Estou-me a vir, e tu recebes todo o meu leite, engoles parte, e outra parte levas para mim.
Mas não ficaste por aí, continuaste o oral, e que prazer me estava a dar, era como se tivesse a ter um orgasmo longo, um orgasmo de quase um minuto, todo eu contorcia-me no sofá de prazer, e tu continuavas. Que bom que foi!
Que oral divinal meu amor!
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Oralidade vaginal

Beijaste-me nos lábios, a tua língua envolveu-se com a minha. Enfiaste os teus dedos na minha vagina e deste-me a provar do meu sabor, e depois beijaste-me para provares tu também. Perguntaste se eu tinha gostado, se eu queria mais.
- Sim! Quero mais! Come-me toda!
E eu empurrei-te para a minha vagina, abri bem as minha pernas e confrontei-te comigo toda aberta. Voltaste a deliciar-me com um espectáculo fenomenal. Puxei-te para gemer ao teu ouvido, e assim deixar-te ainda mais louco.
Sem pressas, foste masturbando-me e fizeste-me oral. Foram uns longos minutos cheios de prazer e tesão. Vi-me na tua boca.
No fim quis presentear-te e também quis devorar todo o teu pénis. Comi-te todo! Chupei-te ainda melhor, agora.
domingo, 12 de julho de 2009
Como eu te comi!
Cheguei a tua casa, e lá estavas tu, nua só com uma toalha à tua volta. Por mim tinha-te comido logo ali no momento, mas tu conseguiste dar-me a volta e esperei que terminasses o banho, só eu sei como estava a ferver por dentro, ferver de desejos!segunda-feira, 6 de julho de 2009
Comeste-me tão bem
Enquanto conversávamos sobre banalidades do dia-a-dia, colocaste a tua mão, na minha vagina, mas por cima das minhas calças, e então, sem dizer nada, começaste a acariciar-me. Apenas colocaste a tua mão sobre mim, fiquei logo excitada. De tal maneira, que já só pedia, para mim, que metesse a tua mão por dentro das minhas calças e me masturbasses. Felizmente, sabes bem como me satisfazer, e sem demoras, fizeste-o! Abri bem as minhas penas e senti a tua mão a acariciar o meu clitóris e os teus dedos a penetraram sobre mim. Introduziste um, dois, três, e estimulaste o meu ponto G. Que prazer tão bom, que ponto! Deixei que tu dedicasses só a mim, e depois tirei para fora o teu pénis e masturbei-to! Beijávamos-nos tão intensamente, que por si só, já me deixava louca. De tal forma a tua língua se envolvia e se entrelaçava com a minha.
Coloquei a minha boca no teu pénis e fiz-te o melhor sexo oral de alguma vez. Dediquei-me de corpo e alma ao teu menino. Lambio e chupei-o como nunca! Chupei-to todo, todo mesmo! Acariciei-o com as mãos e depois lambio-o. Movimentos de masturbação foram feitos. Deixei um rasto de saliva, por tudo o que era milímetro da tua pele peniana, fiz questão disso. Hmm!... estavas tão molhadinho. Que bem que sabia chupar-te assim. Agarrava tão firmemente o teu pénis e ao fazer os movimentos de cima para baixo, ias soltandos gemidos mais altos, que percebi logo que te excitava. Mas o auge, esse, foi quando abocanhei-te e, contigo dentro da minha boca, chupei-te, ao mesmo tempo que com a minha mão direita, tapava, agarrando a parte superior do teu pénis. Quis deixar-te ainda mais louco, e olhava para ti enquanto te trabalhava. Tu, agarravas no meu cabelo longo e solto, e ajudavas-me, fazendo pressão com a minha cabeça, para te chupar ainda mais fundo. E eu ia descendo ainda mais. Adorava ouvir-te gemer de prazer. Prazer causado por mim. Brinquei ainda mais e meti o teu pénis na parte superior da minha bochecha, na diagonal, como aquela parte interior da pele da bochecha é mais fina e delicada, provocava uma sensação formidável. Quase que te vinhas.
Queria tanto ser penetrada por ti. Queria tanto que me comesses. Sim, que me comesses! Tantos dias em provocações, tantos dias a masturbar-me a pensar que eras tu a comeres-me, só queria que eu e tu num fundíssemos num só corpo. E tu, comeste-me! Penetraste-me e deixas-te que o teu pénis se juntasse a mim. Fazias movimentos tão rápidos, que me deixavam em êxtase total! A minha vagina contraí-a-se a cada penetração mais funda que me fazias. O prazer era tanto que tive de estimular o meu clítoris, primeiro a teu pedido, e depois porque precisava mesmo de prolongar e intensificar ainda mais o que sentia. O prazer que tu me davas! E ali estava eu: de pernas abertas, ainda que flectidas, na beira da cama, e tu em cima de mim, a foderes-me.
- Queres que te foda? Pede! – dizia o Gustavo a olhar para mim.
- Quero! Fode-me!
Estas palavras foram um impulso para o Gustavo, porque ele, sem dó nem piedade, fodeu-me mesmo! Deu-me com tanta força, que eu implorei por mais. A penetração rápida, veloz, com a força impelida, deixava-me sem fôlego. Adorei, adorei, adorei! Eu estava quase sem respirar, pois a minha respiração era ofegante. Mas que foda ele me estava a dar! Mesmo à bruta, quase selvagem, se realmente não o foi.
Puxei-te para mim, e agarrei o teu rabinho e as tuas costas, pressionando-as contra os meus seios e a minha vagina, com força, para te sentir ainda mais fundo, dentro de mim. Segredei ao teu ouvido o meu gemido. Fode-me! Só quero que me comas toda, dizia eu.
Mudámos de posição e meti-me em cima de ti, obviamente que não perdeste a oportunidade para me chupares as maminhas. Ia-me balançando por cima de ti. O teu pénis estava tão teso! Agarravas na minhas maminhas e chupavas-as, e depois eu beijava-te, e tu nunca deixavas de as ter na mão. Pois tinhas sempre que as apalpar.
Agarraste o meu rabo com força e deste-me palmadas de castigo. Introduzis-te os teus dedinhos no meu rabinho. Sabia-me tão bem, enquanto o teu pénis roçava na minha vagina super molhada e quente. Foste para cima de mim e penetraste-me enquanto colocavas os teus dedos no meu rabinho. Dupla penetração.
Continuaste a penetrar-me, enquanto me ias tentado beijar, pois estavamos de tal maneira ofegantes, que não dava para nos beijarmos. Com força, com força, só queria que me fodesses de força. Hmm!... Quase que me venho cada vez que penso na penetração que me oferecias tão bem... Nunca te tinha visto tão selvagem, e adorei! Lambeste a minha vagina bem molhada, num gesto tão rápido, que me fez agarrar a almofada com força. Almofada que tu me tiraste para me ofereceres uma visão maravilhosa.
Aproximaste o teu pénis da minha boca, enquanto eu estava deitada, e tu, por cima de mim. Masturbaste-te, enquanto eu ajudava e ia lambendo e tocando ao de leve com a língua, estavas quase quase a vir-te e eu abri os meus lábios e a minha língua veio para fora. Vieste-te! Não só a tua respiração e o olhar o denunciava, como o leitinho que saía do teu pénis. Vieste-te para a minha boca, e eu acolhi tudo dentro de mim. Depois expulsei o teu leitinho, e deixei-me toda lambuzada dele, e tu foste bebê-lo. Imagino o que não sentiste ao ver-me coberta de pedaços de ti.
Como não te quis dar descanso, continuei a masturbar-te mais um pouco.
Fui limpar-me, e quando voltei ataquei-te de novo. Voltei a comer o teu pénis todinho, fizes-te oral. Só queria devorá-lo. E ainda o quero devorar!
Prometes que me comes assim, outra vez?
